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, de Max Jammer
Terceiro título da série de estudos sobre conceitos fundamentais da física. Segue-se a “Conceitos de força” e “Conceitos de espaço”, já publicados.
, de Max Jammer
Título que fecha a série de estudos, realizada por Jammer, sobre os conceitos fundamentais da física.
, de Leo Panitch e Sam Gindin
Segundo David Harvey, “o mais importante livro do ano, provavelmente da década”, sobre os Estados Unidos e a economia global.
, de Ferdinand Tönnies
Estudo completo sobre vida e obra de Hobbes, feito por um dos fundadores da moderna sociologia alemã.
, de L. Brunschvigcg, J. Land, C. E. Vaughan e C. Gerhbart
“Conto uma história comum. Sem grandes feitos pessoais, porém sem o arrependimento dos que, além de mudarem de lado, renegaram suas origens na esquerda. [...] Gente que, de acordo com suas possibilidades, resistiu à ditadura da direita exercida pelos militares e teve de vencer o medo da repressão que prendeu, torturou e matou tantos patriotas. Gente que, depois, resistiu ao neoliberalismo civil e enfrentou a repressão ideológica do pensamento único da globalização, que capturou vários egressos da esquerda. [...] Escrevo na primeira pessoa, pois conto o que vi e como entendi as coisas. Falo, portanto, de mim mesmo, como um espelho refletindo o que acontecia à minha volta. Reconheço que nesta reflexão pode haver distorção, tal como nos espelhos curvos. Entretanto, embora pessoal, o livro pretende ser de memórias políticas, colocando nos dois pratos da balança as derrotas da esquerda, de um lado, e as vitórias, de outro. Como predominam as derrotas, pensei em chamá-lo “Memórias de um derrotado”. Mudei de ideia, não para esconder o sentimento de derrota, mas porque mantenho a esperança.”<br> Luiz Pinguelli Rosa<br><br> * * * <br><br> Uma amizade de sessenta anos. Sólida, indestrutível, construída nos esteios em que assentaríamos nossos pés a vida toda: a ideologia calcada no social, na luta pelo patrimônio do povo brasileiro.<br><br> Esse encontro aconteceu na Academia Militar das Agulhas Negras. Um encontro natural, uma identidade nos propósitos que esperávamos como oficiais do Exército, a de sermos úteis ao nosso país no futuro, que parecia ser alegre.<br><br> 1962, ano do nosso oficialato. Presidente João Goulart. Tudo era bonito em nosso risonho porvir.<br><br> Pinguelli, um garoto de vinte anos, foi a ponta de lança desse futuro que antecipávamos maravilhoso. Com coragem, marcou sua personalidade.<br><br> Em plena Academia Militar das Agulhas Negras, reacionária por definição, juntou oficiais e cadetes em uma reunião que se tornou histórica para nós. Apresentou a palestra “O Exército e o desenvolvimento nacional”, sintetizada por ele mesmo na frase do conde de Afonso Celso: “Por que me ufano de meu país.” Para substanciar a palestra, montou uma exposição que resumia o Brasil que teríamos, com fotos, cartazes e amplo material gráfico. A exposição recebeu cadetes e oficiais durante semanas. Inconcebível, se pensarmos no que ocorre hoje.<br><br> A inesquecível exposição, registrada com texto e fotos na revista anual da AMAN, enfatizava o papel do Exército como coadjuvante do processo de desenvolvimento do país, ao lado do povo. Provavelmente perturbou a mente retrógrada dos oficiais, os quais, dali a dois anos, deram um golpe escurecedor do futuro que, para nós, seria radioso. Muitos daqueles cadetes, que nada entenderam da exposição, participaram do golpe.<br><br> Pinguelli alçou voo. Oficial, físico nuclear, professor, destaque da vida acadêmica, um voo que acompanhávamos com nossos binóculos. Ainda daria lição de superioridade quando, ao ser alijado da presidência da Eletrobras, entendeu o ato político. Jamais criticou, jamais lamentou, qual tantos outros que passaram por algo parecido. Como ave altaneira, sobrevoou as politicalhas.<br><br> Eterno Pinguelli.<br><br> Ivan Soter
, de O. Hermann Cohen
Um dos expoentes da Escola de Marburgo estuda, do ponto de vista filosófico, o momento-chave da construção da matemática moderna.
, de Ulrich von Wilamowitz-Moellendorff
Ensaio de um dos maiores eruditos alemães do século XIX, seguido de “A historiografia grega” e “Apolo”.